Páginas
- Início
- Tecnologias ambientais / PDDE - Escolas Sustentáveis
- Expedição Ambiental Serra da Mantiqueira
- PDDE - Reunião
- Com-vida
- Agenda ambiental escolar
- LEI Nº 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999
- Aprendizado baseado em projetos
- Trocas solidárias
- Consumo Consciente
- Políticas públicas
- What is Project Based Learning (PBL)?
- Conclusão - Eletiva voluntariado
- Conscious consumption II
- Conscious consumption
- Combate ao desperdício
- Voluntariado Educativo
- A Transversalidade da Educação Ambiental na Grade Curricular do Ensino Médio
- Visit of the Finland´s Minister of Education in Brazil
- Cartografia Social
- CARTOGRAFIA SOCIAL NO ENSINO MÉDIO INTEGRAL
- Plano de Arborização Urbana de São José dos Campos...
terça-feira, 14 de março de 2017
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Estação Meteorológica no Ensino Integral
A Meteorologia é uma área do conhecimento que envolve
coleta e análise de dados atmosféricos que são fundamentais para o reconhecimento
das condições atmosféricas essenciais para compreender e prever os fenômenos
climáticos que podem influenciar o cotidiano das pessoas.
O
estudo da Meteorologia agrega áreas como Física e Geografia e é uma ciência importante
para a formação social e política das pessoas, especialmente para os alunos do
Ensino Médio. O entendimento dos fenômenos climáticos pode contribuir para a
percepção de riscos de desastres e criar novas possibilidades para uma
aprendizagem transformadora.
Objetivo: Despertar o
interesse pela meteorologia, características climáticas e suas alterações, numa
perspectiva interdisciplinar para prevenção de desastres naturais.
Objetivos específicos: Aplicação de conceitos de Física e Geografia na compreensão de fenômenos
meteorológicos;
-
Familiarização com os conceitos e a instrumentação básica da
meteorologia pela observação, medição, organização, apresentação e
interpretação dos dados registrados
- Mapa da vulnerabilidade de ameaças e riscos
naturais no entorno da escola.
- Propiciar a criação de estratégias voltadas para
a redução de vulnerabilidades a riscos na comunidade escolar.
- Aprendizagem significativa para a prevenção de
desastres a partir da produção do conhecimento na escola.
Justificativa: Pode-se prever ou perceber
as alterações nas condições climáticas de uma determinada região através do
conhecimento de algumas grandezas como umidade relativa, temperatura, pressão e
velocidade dos ventos, dentre outras. Assim, pretendemos mostrar como estas
alterações podem ser observadas e qual as consequências dessas mudanças no
entorno da escola.
Parcerias: UNESP e CEMADEN
Parcerias: UNESP e CEMADEN
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
Ações da Agenda Ambiental da escola
![]() |
| Reaproveitamento integral dos alimentos e desperdício ZERO no refeitório |
![]() |
| Conforto Térmico/Estético |
![]() |
| Cuidado com o entorno : Educação em prevenção de riscos de desastres |
![]() |
| Ações de preservação da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul |
![]() |
| Oficinas ambientais envolvendo a comunidade escolar |
![]() |
| Protagonismo juvenil e fortalecimento da cidadania ambiental |
![]() |
| Desenvolver tecnologias ambientais |
![]() |
| Incentivo à iniciação científica |
![]() |
| Consumo Consciente e trocas solidárias |
![]() |
| Reciclagem - Óleo de cozinha |
![]() |
| Reaproveitamento de materiais e produção de mudas de árvores |
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Revitalização do Bosque
![]() |
| Parceria com o Professor Antônio para calcular a área do bosque que está sendo revitalizada através do suporte do PDDE - ESCOLAS SUSTENTÁVEIS |
A
revitalização do bosque faz parte de uma agenda permanente de ações
identificadas como necessárias pelo coletivo escolar na construção de uma
escola sustentável. Calcular a área do bosque para futura intervenção envolve
os alunos nos estudos sobre a situação do espaço físico da escola, análise
sobre a viabilidade de intervenções arquitetônicas de acordo com critérios de
sustentabilidade, bem como realização das adequações identificadas como
prioritárias por meio de ecotécnicas.
A Resolução CD/FNDE n° 18, de 21
de maio de 2013 diz que “Escolas
sustentáveis são definidas como aquelas que mantêm relação equilibrada com o
meio ambiente e compensam seus impactos com o desenvolvimento de tecnologias
apropriadas, de modo a garantir qualidade de vida às presentes e futuras
gerações. Esses espaços têm a intencionalidade de educar pelo exemplo e
irradiar sua influência para as comunidades nas quais se situam. A transição
para a sustentabilidade nas escolas é promovida a partir de três dimensões
inter-relacionadas: espaço físico, gestão e currículo.”
Fonte: Manual Escolas Sustentáveis
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Culminância : A natureza no urbano
Durante a Eletiva “ A natureza no urbano” veio o
questionamento :
- Como estão as unidades de conservação (UCs)
da nossa região?
- Estão cumprindo seu objetivo de conservação da
natureza?
- Tem um planejamento efetivo?
- Estão vulneráveis ou sofrendo ameaças?
- Possuem recursos suficientes?
Para responder tais questões, os alunos se dividiram em grupo , realizaram
diversas pesquisas e na culminância concluíram que as unidades de conservação são uma eficiente
estratégia para reduzir a perda da biodiversidade. Mas, para
garantir seu objetivo é preciso de uma boa gestão e fiscalização.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Relato de experiência do trabalho de campo
Estamos acostumados a ver
sempre o lado bom das coisas. Viver em São José dos Campos, uma cidade
tecnologicamente estruturada, faz com que deixamos de perceber problemas
sociais entre outras questões. A professora de Geografia Rosa propôs que
fizéssemos um trabalho de percepção para observarmos mais um pouco da paisagem
e do relevo ao nosso redor.
O nosso percurso foi um pouco extenso para que pudéssemos ver as inclinações e as condições que não estávamos habituados a observar. Iniciamos a proposta pela Rua Maria Francisca e continuamos pela Rua Vera Babo de Oliveira até a Rua Leonidia Dom Veneziane.
Nesses percursos notamos muitos morros, em todos eles haviam famílias que enfrentam falta de mobilidade e construíram suas casas ali por falta de oportunidades.
Com o auxílio do professor de matemática, Profº Antonio, medimos as inclinações e aí veio o questionamento: - Como uma senhora ou alguém que tenha algum comprometimento físico consegue se deslocar? Observamos também vários trechos com calçadas estreitas e até mesmo trechos que sofrem a carência dela, colocando em risco a vida dos pedestres.
O nosso percurso foi um pouco extenso para que pudéssemos ver as inclinações e as condições que não estávamos habituados a observar. Iniciamos a proposta pela Rua Maria Francisca e continuamos pela Rua Vera Babo de Oliveira até a Rua Leonidia Dom Veneziane.
Nesses percursos notamos muitos morros, em todos eles haviam famílias que enfrentam falta de mobilidade e construíram suas casas ali por falta de oportunidades.
Com o auxílio do professor de matemática, Profº Antonio, medimos as inclinações e aí veio o questionamento: - Como uma senhora ou alguém que tenha algum comprometimento físico consegue se deslocar? Observamos também vários trechos com calçadas estreitas e até mesmo trechos que sofrem a carência dela, colocando em risco a vida dos pedestres.
A infeliz realidade foi
precisar descer correndo pela calçada para dividir o espaço com os carros que
passam pela avenida. Onde está a infraestrutura da cidade que dizem ter uma
tecnologia tão grande? Será que temos
que fingir que essa infraestrutura não atende a todos ?
No bairro Guimarães observamos
um pouco mais a cidade. O bairro se formou na parte mais alta do entorno da
escola. Ver que existe muitas casas e que a verticalização ainda não chegou no
nosso bairro nos deu um grande alívio, porém, a cidade cresce rapidamente
perdendo seus espaços verdes. Verificamos a carência de arborização em diversas
ruas e caminhamos parte do percurso no sol.
A quantidade de animais pelas
ruas, passando fome e sujeitos a pegar doenças cortou nosso coração. Para
muitas pessoas é uma condição normal, mas o perigo está na transmissão de
doenças, já que esses animais não são vacinados. O lixo também é outro
problema. Água parada e encontramos até uma rato morto próximo a calçada.
O mais surpreendente do
percurso foi ver uma casa que estava ao ponto de desabar. Essa situação é
realidade para muitas pessoas que constroem suas casas em área de risco, justamente
pela oportunidade de comprar um terreno barato. É estranho conviver com essa
realidade e não perceber que o problema
é mais grave do que imaginamos já que no período das chuvas essa situação se
agrava. Presenciamos também intensa degradação do solo e irregularidades na
retirada da vegetação natural.
Como é possível pensar em algo
positivo nesse cenário de degradação, exclusão e abandono? Quando olhamos o
banhado e o verde que ainda existe na nossa região algo parece nos motivar em busca de um futuro
diferente. Mas é preciso conhecer o lugar onde vivemos para buscar soluções e
não se acostumar com os problemas que estamos inseridos.
Stephanie Santos 1C
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Trabalho de campo com o 1ºB
![]() |
| Aluno Rafael do 3 ano multiplica as ações de monitoramento da qualidade da água para os alunos do 1º ano |
O monitoramento das águas do entorno da escola é uma proposta para
reflexão sobre como os nossos hábitos cotidianos interferem nos recursos hídricos e
encontrar soluções através de práticas adotadas pela educação ambiental. O
monitoramento da água faz parte de um programa internacional de educação e
sensibilização para conscientização e envolvimento na preservação dos recursos
hídricos – World Water Monitoring Day – EUA.
Para realizar esta atividade utilizamos os seguintes parâmetros para os testes: Oxigênio dissolvido, que mede quantas moléculas de oxigênio estão presentes na água. O pH (Acidez) que mede se um líquido é ácido ou básico. A Turbidez (claridade) que mede a claridade da água e a temperatura para verificar o calor da água. O aluno Rafael do 3 EM realizou o monitoramento em 2013 e esta multiplicando essa ação para os alunos dos 1 º anos.
Para realizar esta atividade utilizamos os seguintes parâmetros para os testes: Oxigênio dissolvido, que mede quantas moléculas de oxigênio estão presentes na água. O pH (Acidez) que mede se um líquido é ácido ou básico. A Turbidez (claridade) que mede a claridade da água e a temperatura para verificar o calor da água. O aluno Rafael do 3 EM realizou o monitoramento em 2013 e esta multiplicando essa ação para os alunos dos 1 º anos.
Desde 2013 monitoramos a qualidade das águas do entorno da escola para
sensibilizar e conscientizar, não só os estudantes, mas toda a população do
entorno, quanto à preservação dos recursos hídricos.
Para ampliar e dar continuidade as nossas ações, além dos testes da
qualidade da água, organizamos diversas atividades, em diferentes momentos,
contemplando outras áreas do conhecimento sobre a importância da preservação
das águas do Rio Paraíba. É preciso entender que os diversos usos da água na
Bacia Hidrográfica impactam na disponibilidade e qualidade da água.
Foi possível
observar que essa prática proporcionou constantes discussões sobre o uso
racional da água e incentivou o desenvolvimento de ações ambientais, como a
produção de mudas de árvores e o plantio na mata ciliar.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Impactos ambientais no entorno da escola
Geografia
A proposta da SA* 7
Competências/habilidades:
-
Identificar e distinguir realidades geográficas, humanas e naturais, de escalas
distintas, submetidas a lógicas diferentes.
- Construir, aplicar habilidades relativas ao
domínio da linguagem cartográfica como meio de visualizar a geografia da ação
humana.
- Entender a
lógica de produção e apropriação do espaço urbano e sua relação com as
ocupações
irregulares, os principais impactos
gerados pela urbanização e o enfrentamento para um ambiente urbano desejável.
Matemática
Competências/habilidades
- Resolver situações-problema, envolvendo as razões trigonométricas no triângulo retângulo.
- Determinar seno, consseno e tangente de ângulos no ciclo trigonométrico.
- Determinar a medida do ângulo central de polígonos regulares.
- Resolver situações-problemas que envolvam as relações entre os lados e ângulos de um triângulo não retângulo.
Envolvidos: Alunos do 1 EM C
Matemática
Competências/habilidades
- Resolver situações-problema, envolvendo as razões trigonométricas no triângulo retângulo.
- Determinar seno, consseno e tangente de ângulos no ciclo trigonométrico.
- Determinar a medida do ângulo central de polígonos regulares.
- Resolver situações-problemas que envolvam as relações entre os lados e ângulos de um triângulo não retângulo.
Envolvidos: Alunos do 1 EM C
Assinar:
Postagens (Atom)





















































