sábado, 25 de março de 2017

Na mídia


Para ler na íntegra : http://www.cemaden.gov.br/cemaden-recebe-visita-de-alunos-integrantes-de-projeto-de-extensao-cientifica/ 
Fonte: CEMADEN 

sexta-feira, 24 de março de 2017

Hora do planeta


Conforme orientação técnica da D.E. de São José dos Campos no dia 16 de Março, envolvemos os estudantes na Hora do Planeta.


As luzes foram apagadas durante 60 minutos e aproveitamos para conversar sobre as mudanças climáticas.
É preciso compreender a linha de tempo que começa no final do século 18 com a Revolução Industrial e sua expansão na segunda metade do século 20. Isso gerou um grande aumento de emissões de gases de efeito estufa na atmosfera.  O aumento da emissão de gases de efeito estufa por queima de combustíveis fósseis (dos automóveis, das indústrias, usinas termoelétricas), queimadas, desmatamento, decomposição de lixo tem consequências que são irreversíveis na natureza.  
Os desafios para alcançar a sustentabilidade do planeta nos apontam uma necessidade urgente de agir, e a nossa escola tem uma proposta pedagógica que fortalece  a participação dos estudantes em processos de transformação, uma vez que possibilita o protagonismo que vai intervir nas relações entre os estudantes e a coletividade e consequentemente em um espaço mais sustentável. Todas as ações ambientais da escola estão centralizadas na Agenda Ambiental Escolar. 
Referência : INPE - Mudanças Climáticas. 

quarta-feira, 22 de março de 2017

No meu caminho tem um rio












22 de Março  -  Dia Mundial da Água 

Desde 2013 a escola promove  ações de preservação e cuidado com as águas do Rio Paraíba do Sul na Região Norte de São José dos Campos 

Visita ao CEMADEN


O Cemaden atua no monitoramento das ameaças naturais em áreas de riscos em municípios brasileiros suscetíveis à ocorrência de desastres naturais, além de realizar pesquisas e inovações tecnológicas que possam contribuir para a melhoria de seu sistema de alerta antecipado, com o objetivo final de reduzir o número de vítimas fatais e prejuízos materiais em todo o país.

Os principais desastres naturais registrados no Brasil são decorrentes tanto de excesso de água — deslizamentos em encostas, desmoronamentos, inundações, enxurradas — quanto decorrentes de sua escassez — colapso de safras agrícolas e de sistemas de abastecimento de água a populações humanas e animais, causadas por secas no Nordeste e em outras áreas susceptíveis, como Sul e Sudeste.


O Cemaden opera 24 horas por dia, sem interrupção, monitorando, em todo o território nacional, as áreas de risco de 957 municípios classificados como vulneráveis a desastres naturais. Entre outras competências, envia os alertas de desastres naturais ao Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), do Ministério da Integração Nacional (MI), auxiliando o Sistema Nacional de Defesa Civil. 

Pluviômetro semiautomático 

A Débora nos recepcionou e explicou a proposta do Cemaden Educação que atua junto às escolas de Ensino Médio localizadas em  áreas de riscos de desastres socioambientais. A proposta visa contribuir para uma cultura da percepção de riscos de desastres  e da construção de sociedades sustentáveis e resilientes. 


Agradecemos a oportunidade de conhecer  as atividades operacionais  na sala de situação e todo o processo que envolve a atuação coordenada entre vários  órgãos em relação à gestão de monitoramento e alertas, alarme e articulação, resposta e mobilização.

terça-feira, 21 de março de 2017

Visita Pedagógica na UNESP

Imagem UNESP 
Estação Meteorológica 



Agradecemos a todos da UNESP de São José dos Campos  pela oportunidade de conhecer os laboratórios do Curso de Eng° Ambiental e toda a infra estrutura que a faculdade oferece para os alunos que estão concluindo o Ensino Médio. Foi uma experiencia incrível. Agradecemos especialmente a Professora Luana pela parceria no desenvolvimento da Estação Meteorológica no Ensino Médio Integral. 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Estação Meteorológica no Ensino Integral



A Meteorologia é uma área do conhecimento que envolve coleta e análise de dados atmosféricos que são fundamentais para o reconhecimento das condições atmosféricas essenciais para compreender e prever os fenômenos climáticos que podem influenciar o cotidiano das pessoas.
O estudo da Meteorologia agrega áreas como Física e Geografia e é uma ciência importante para a formação social e política das pessoas, especialmente para os alunos do Ensino Médio. O entendimento dos fenômenos climáticos pode contribuir para a percepção de riscos de desastres e criar novas possibilidades para uma aprendizagem transformadora. 


Objetivo:  Despertar o interesse pela meteorologia, características climáticas e suas alterações, numa perspectiva interdisciplinar para prevenção de desastres naturais.

Objetivos específicos:  Aplicação de conceitos de Física e  Geografia na compreensão de fenômenos meteorológicos;
-  Familiarização com os conceitos e a instrumentação básica da meteorologia pela observação, medição, organização, apresentação e interpretação dos dados registrados
- Mapa da vulnerabilidade de ameaças e riscos naturais no entorno da escola.
- Propiciar a criação de estratégias voltadas para a redução de vulnerabilidades a riscos na comunidade escolar.
- Aprendizagem significativa para a prevenção de desastres a partir da produção do conhecimento na escola.

Justificativa: Pode-se prever ou perceber as alterações nas condições climáticas de uma determinada região através do conhecimento de algumas grandezas como umidade relativa, temperatura, pressão e velocidade dos ventos, dentre outras. Assim, pretendemos mostrar como estas alterações podem ser observadas e qual as consequências dessas mudanças no entorno da escola. 

Parcerias: UNESP e CEMADEN 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Ações da Agenda Ambiental da escola

Reaproveitamento integral dos alimentos e desperdício ZERO no refeitório
Conforto Térmico/Estético


Cuidado com o entorno : Educação em prevenção de riscos de desastres
Ações de preservação da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul
Oficinas ambientais envolvendo a comunidade escolar
Protagonismo juvenil e fortalecimento da cidadania ambiental 
Desenvolver tecnologias ambientais 
Incentivo à iniciação científica 
Consumo Consciente e trocas solidárias
Reciclagem - Óleo de cozinha 
Reaproveitamento de materiais e produção de mudas de árvores



segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Revitalização do Bosque

Parceria com o Professor Antônio para calcular a área do bosque que está sendo revitalizada através do suporte do  PDDE - ESCOLAS SUSTENTÁVEIS  
A revitalização do bosque faz parte de uma agenda permanente de ações identificadas como necessárias pelo coletivo escolar na construção de uma escola sustentável. Calcular a área do bosque para futura intervenção envolve os alunos nos  estudos sobre a situação do espaço físico da escola, análise sobre a viabilidade de intervenções arquitetônicas de acordo com critérios de sustentabilidade, bem como realização das adequações identificadas como prioritárias por meio de ecotécnicas.

A Resolução CD/FNDE n° 18, de 21 de maio de 2013 diz que “Escolas sustentáveis são definidas como aquelas que mantêm relação equilibrada com o meio ambiente e compensam seus impactos com o desenvolvimento de tecnologias apropriadas, de modo a garantir qualidade de vida às presentes e futuras gerações. Esses espaços têm a intencionalidade de educar pelo exemplo e irradiar sua influência para as comunidades nas quais se situam. A transição para a sustentabilidade nas escolas é promovida a partir de três dimensões inter-relacionadas: espaço físico, gestão e currículo.”


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Culminância : A natureza no urbano






Durante a Eletiva “ A natureza no urbano” veio o questionamento :
 - Como estão as unidades de conservação (UCs) da nossa região?
- Estão cumprindo seu objetivo de conservação da natureza?
- Tem um planejamento efetivo?
- Estão vulneráveis ou sofrendo ameaças? 

- Possuem recursos suficientes?

Para responder tais questões, os alunos se dividiram em grupo , realizaram diversas pesquisas e na culminância concluíram que as unidades de conservação são uma eficiente estratégia para reduzir a perda da biodiversidade. Mas, para garantir seu objetivo é preciso de uma boa gestão e fiscalização. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Relato de experiência do trabalho de campo


Estamos acostumados a ver sempre o lado bom das coisas. Viver em São José dos Campos, uma cidade tecnologicamente estruturada, faz com que deixamos de perceber problemas sociais entre outras questões. A professora de Geografia Rosa propôs que fizéssemos um trabalho de percepção para observarmos mais um pouco da paisagem e do relevo ao nosso redor.

O nosso percurso foi um pouco extenso para que pudéssemos ver as inclinações e as condições que não estávamos habituados a observar. Iniciamos a proposta pela Rua Maria Francisca e continuamos pela Rua Vera Babo de Oliveira até a Rua Leonidia Dom Veneziane.  

Nesses percursos notamos muitos morros, em todos eles haviam famílias que enfrentam falta de mobilidade e construíram suas casas ali por falta de oportunidades. 

Com o auxílio do professor de matemática, Profº Antonio, medimos as inclinações e aí veio o questionamento: - Como uma senhora ou alguém que tenha algum comprometimento físico consegue se deslocar?  Observamos também vários trechos com calçadas estreitas e até mesmo trechos que sofrem a carência dela, colocando em risco a vida dos pedestres.

A infeliz realidade foi precisar descer correndo pela calçada para dividir o espaço com os carros que passam pela avenida. Onde está a infraestrutura da cidade que dizem ter uma tecnologia tão grande?  Será que temos que fingir que essa infraestrutura não atende a todos ?

No bairro Guimarães observamos um pouco mais a cidade. O bairro se formou na parte mais alta do entorno da escola. Ver que existe muitas casas e que a verticalização ainda não chegou no nosso bairro nos deu um grande alívio, porém, a cidade cresce rapidamente perdendo seus espaços verdes. Verificamos a carência de arborização em diversas ruas e caminhamos parte do percurso no sol.

A quantidade de animais pelas ruas, passando fome e sujeitos a pegar doenças cortou nosso coração. Para muitas pessoas é uma condição normal, mas o perigo está na transmissão de doenças, já que esses animais não são vacinados. O lixo também é outro problema. Água parada e encontramos até uma rato morto próximo a calçada.

O mais surpreendente do percurso foi ver uma casa que estava ao ponto de desabar. Essa situação é realidade para muitas pessoas que constroem suas casas em área de risco, justamente pela oportunidade de comprar um terreno barato. É estranho conviver com essa realidade e  não perceber que o problema é mais grave do que imaginamos já que no período das chuvas essa situação se agrava. Presenciamos também intensa degradação do solo e irregularidades na retirada da vegetação natural.

Como é possível pensar em algo positivo nesse cenário de degradação, exclusão e abandono? Quando olhamos o banhado e o verde que ainda existe na nossa região algo  parece nos motivar em busca de um futuro diferente. Mas é preciso conhecer o lugar onde vivemos para buscar soluções e não se acostumar com os problemas que estamos inseridos.

 Stephanie Santos 1C